"Doar sangue é um ato muito nobre"... é isso que dizem né? Eu gosto e recomendo a todos que possam fazê-lo. As restrições para doação, que variam de acordo com o hospital, são em relação a peso (acima de 50kg, pois são retirados 450ml), idade (16 a 65 anos) e possibilidade de aquisição de alguma doença - para isso você responde um questionário do com perguntas do tipo: Teve mais de um(a) parceiro(a) sexual no último ano? Saiu com garota de programa? Fez tatuagem recente? Está em ratamento médico? Usa drogas? etc.
Você pode ver os requisitos básicos aqui: http://www.prosangue.sp.gov.br/artigos/requisitos_basicos_para_doacao
Eu nunca tive problema no processo, salvo a penúltima vez em que não tomei um bom café da manhã, fui doar e quando terminou, levantei rápido pois achava que nada aconteceria. Resultado: fiquei zonzo depois de alguns segundos e tive que voltar e ficar deitado por um tempo em observação. Nada grave e foi por minha displicência. Por isso sigam os passos corretamente, alimente-se bem antes e comam o lanchinho após o processo; também beba bastante água no decorrer do dia.
Costumo participar dos programas de doação da empresa que acontecem de 6 em 6 meses. Nesse intervalo, aos 3 meses, gosto de ver alguma possibilidade de doação, pois sabemos da falta de sangue nos bancos do estado. No início desse mês doei em nome de um colega de trabalho que passou por uma cirurgia e precisava repor o estoque; foi tranquilíssimo como as todas as outras vezes.
Informe-se na sua região! Recomendo! Pense no próximo, mesmo porque nunca sabemos quando será nossa vez de precisar...
sábado, abril 26, 2014
sexta-feira, abril 25, 2014
Agile Trends 2014 SP - pontos positivos e negativos do evento
Boa noite galera!
Após deixar meus registros dos dois dias de evento, gostaria de sintetizar pontos positivos e negativos na minha perspectiva.
Positivos:
Em suma, pontos básicos foram ignorados inicialmente (o que mostrou certa falta de experiência talvez dos staffs) e corrigidos durante o evento (força da melhoria contínua). Para mim o excesso de confiança de parte da organização e a falha de uma comunicação correta entre eles (orientação de comportamento e valores) foram os responsáveis pelos pontos negativos. Já o feedback foi a palavra chave para o sucesso do Agile Trends 2014, usando outros eventos como base para o planejamento deste e os quadros para correções pontuais no decorrer dos 2 dias.
Abraço!
Após deixar meus registros dos dois dias de evento, gostaria de sintetizar pontos positivos e negativos na minha perspectiva.
Positivos:
- Palestrantes muito bons com temas no mesmo nível.
- Deram, enfim, mais valor a empresas reais que são pelo menos um pouco maiores do que normalmente falam nos eventos (normalmente o foco são as startups). Isso foi muito bom, pois direciona melhor como realmente o ágil pode ser aplicado em empresas que já andam por si, empresas com um número de milhares de pessoas e empresas que desenvolvem há décadas com cultura forte em outras metodologias e formas de gestão. A importância da estrutura formal/hierárquica, a maneira como a alta gerência lida com isso e falta de capacitação adequada são os grandes problemas que precisam ser vencidos.
- O feedback ao final de cada trend talk, como vem acontecendo também no Agile Brazil, continua sendo uma ótima ferramenta.
- O quadro de feedback do evento também funcionou muito bem, como por exemplo, o ar condicionado que estava forte demais de manhã foi amenizado após o almoço.
- Sempre teve espaço para as pessoas participarem dos eventos escolhidos.
- Happy Hour no primeiro dia de evento para integração e networking.
- Mais situações reais e dicas de como mudar o nosso dia-a-dia de maneira prática e realista.
- Um trend talk de Análise de Negócio de uma pessoa que não vou citar o nome foi muito agressiva e até faltou com respeito com o Cláudio Keber, que apresentou o mesmo assunto anteriormente com uma ótica um pouco diferente. Achei no início que estava brincando, mas ficou muito chato mesmo... Esse não volta.
- Ar condicionado do auditório principal (sala Insights) muito forte nos 2 dias; no segundo estava absurdo e corrigiram após o almoço.
- A tela da outra sala menor (Sinapses) estava muito baixa no primeiro dia; subiram um pouco no segundo.
- Muita gente reclamou de falta de guarda-volume no primeiro dia; no segundo já tinha :)
- Atraso no início dos talks prejudicava as rodadas de discussões que a organização frisava ser o mais importante do evento. Acabava que essa rodada tinha tempo somente para 2 perguntas - quando tinha.
- Ao final dos talks sobre "Aprendendo a tomar decisões em equipe" (Haddad) e "The PornoAgile" (Manoel Pimentel), a Erica (garota de cabelo cor-de-rosa) fez a melhor pergunta ou explanação do evento justamente colocando em questão o que é ignorado nos eventos de agile - em que muitas vezes os cenários são tratados sempre em estado de Nirvana, num mundo perfeito como se em todos os lugares as premissas para o ágil perfeito estão presentes. Ao terminar sua colocação, a staff deste trend talk encerrou o a rodada de perguntas pelo timebox ter acabado (ainda tinha 2 minutos e depois seria o almoço de 1h). Ninguém se incomodaria em perder 5 min do almoço que fosse para escutar os palestrantes colocarem suas posições sobre a importância financeira na quebra de paradigma de uma empresa já inserida no mercado. Muito negativo para o evento em que os staffs precisam ter sensibilidade e talvez um conhecimento mínimo do assunto para não fazer uma besteira dessa. Para mim era o ápice do dia e ele foi cortado de forma
ridículachata. - No primeiro dia teve duas palestras meio fora da curva o que ajudou a cair a qualidade nesta data.
- Alguns agilistas xiitas sem vivência do agile fora de startups ou sem visão empresarial impondo certos pensamentos que muitos visitantes acabam ignorando -
para este tipo de pensamento e material pegamos na internet e não precisaríamos ir em um evento de tendências. É bom para quem está conhecendo métodos ágeis e por isso deve-se manter nos eventos, porém com cautela e de forma equilibrada com os demais pontos focais.
Em suma, pontos básicos foram ignorados inicialmente (o que mostrou certa falta de experiência talvez dos staffs) e corrigidos durante o evento (força da melhoria contínua). Para mim o excesso de confiança de parte da organização e a falha de uma comunicação correta entre eles (orientação de comportamento e valores) foram os responsáveis pelos pontos negativos. Já o feedback foi a palavra chave para o sucesso do Agile Trends 2014, usando outros eventos como base para o planejamento deste e os quadros para correções pontuais no decorrer dos 2 dias.
Abraço!
Agile Trends 2014 SP - segundo dia
O dia começou com um aviso de correções de pequenos problemas do primeiro dia (atrasos, guarda-volume e importância da rodada de discussões). Depois disso veio um lote de palestras excelentes deixando o segundo dia bem melhor que o primeiro.
Para registro, os atrasos continuaram e as rodadas foram prejudicadas novamente, além do clima glacial do auditório ser motivo de reclamação coletiva.
O key note do Roy Singham sobre "Agile's Heritage: Defending a just and free internet" foi excelente e deixou muita gente pensativa sobre como usamos, espionagem, marco civil e como direcionaremos nosso uso daqui para frente. A internet e seu uso foi tema de outro excelente key note depois do almoço do professor-doutor Lulli Radfahrer sobre "A internet de tudo".
Assisti e gostei da palestra do Alexandre Freire sobre falha em projetos ágeis ou não. Também gostei da "Escalando ágil com SAFe" apresentado pela Sandra Santos da IBM, pois não conhecia o SAFe e achei muito interessante para grandes empresas e governo, pois mostra como atuar na organização inteira e não somente no time (dê uma olhada: http://scaledagileframework.com/).
Os talks do Matheus Haddad sobre tomar decisões em equipe e a do Manoel Pimentel sobre o "PornoAgile - uma visão apenas para maiores" foram muito bons com destaque para a do Manoel que trouxe uma visão mais realista de empresas grandes e não startups. No final de ambas, uma falha grotesca da organização finalizou com uma excelente questão de Erica em aberto: -2 para a organização por isso.
Por fim eu fiquei nas técnicas de facilitação do pessoal da K21 (Marcos Garrido e Rafael Sabbagh) com 50min de workshop que pincelou o que um scrum master ou papel similar deve fazer em certas situações na condução de um projeto com equipes reais. Muito bom, mas para quem já havia feito o treinamento de CSM com eles não houve muita coisa de diferente.
O evento continuou até 19h, mas precisei sair às 17h por conta do fretadão para Santos!
Para registro, os atrasos continuaram e as rodadas foram prejudicadas novamente, além do clima glacial do auditório ser motivo de reclamação coletiva.
O key note do Roy Singham sobre "Agile's Heritage: Defending a just and free internet" foi excelente e deixou muita gente pensativa sobre como usamos, espionagem, marco civil e como direcionaremos nosso uso daqui para frente. A internet e seu uso foi tema de outro excelente key note depois do almoço do professor-doutor Lulli Radfahrer sobre "A internet de tudo".
Assisti e gostei da palestra do Alexandre Freire sobre falha em projetos ágeis ou não. Também gostei da "Escalando ágil com SAFe" apresentado pela Sandra Santos da IBM, pois não conhecia o SAFe e achei muito interessante para grandes empresas e governo, pois mostra como atuar na organização inteira e não somente no time (dê uma olhada: http://scaledagileframework.com/).
Os talks do Matheus Haddad sobre tomar decisões em equipe e a do Manoel Pimentel sobre o "PornoAgile - uma visão apenas para maiores" foram muito bons com destaque para a do Manoel que trouxe uma visão mais realista de empresas grandes e não startups. No final de ambas, uma falha grotesca da organização finalizou com uma excelente questão de Erica em aberto: -2 para a organização por isso.
Por fim eu fiquei nas técnicas de facilitação do pessoal da K21 (Marcos Garrido e Rafael Sabbagh) com 50min de workshop que pincelou o que um scrum master ou papel similar deve fazer em certas situações na condução de um projeto com equipes reais. Muito bom, mas para quem já havia feito o treinamento de CSM com eles não houve muita coisa de diferente.
O evento continuou até 19h, mas precisei sair às 17h por conta do fretadão para Santos!
quinta-feira, abril 24, 2014
Diagrama de Sequência da web
Procurando novas ferramentas de UML me deparei com este site muito bacana que não conhecia.
Você pode "programar" o seu diagrama com o https://www.websequencediagrams.com/
Teve um tempo que comecei a fazer, e até evolui bem, uma aplicação em javascript com PHP para montar diagramas e salvá-los... me fez lembrar.
Você pode "programar" o seu diagrama com o https://www.websequencediagrams.com/
Teve um tempo que comecei a fazer, e até evolui bem, uma aplicação em javascript com PHP para montar diagramas e salvá-los... me fez lembrar.
Agile Trends 2014 SP - primeiro dia
Os eventos de agile que acontecem são bem mais interessante para quem vai pela primeira vez, pois tem muitas palestras que são parecidas e soam como repetições para os participantes "veteranos". Esta é a impressão que tenho cada vez que vou em um. Sobre minha presença, algumas vezes a empresa banca o evento, mas para este não foi possível e fui por conta mesmo. Pedi dispensa de dois dias para comparecer ao Agile Trends 2014 que este ano acontece no Senac Santo Amaro (http://agiletrendsbr.com/2014/).
Sobre o primeiro dia:
O que mais gostei foi do keynote do Niels Pflaeging, autor de "LIDERANDO COM METAS FLEXÍVEIS". Não sabia que o cara falava português, mas ele morou no Brasil por 12 anos e até fez piadinhas na apresentação -melhor do que as que os brasileiros faziam. Ele resumiu bem seu livro mais conhecido em que a estrutura que ainda usamos nas empresas está completamente defasada há pelo menos 40 anos senão desde o início do século.
Gostei também da apresentação do Cláudio Keber do Lambda3 que falou muito bem sobre o processo do produto como um todo vindo desde o negócio ao desenvolvimento com ou sem intermediários, em que o analista de negócio deve se tornar de heroi (fazendo tudo sozinho) a estorvo (enchedor de saco) e assim deixar de atuar intensivamente.
Foi boa a da Gláucia Peres da Globo.com que, apesar de ser uma apresentação do tipo "de praxe", passou a experiência que aplicaram e aplicam na empresa para manter a agilidade de forma adaptada e funcional.
Outro ponto interessante deste primeiro dia foi o workshop da Happy Melly Brazil com Learning 3.0 que é um tipo de brain storming bem organizado e sequenciado para sanar um um problema específico trabalhado em um canvas - muito interessante.
A K21 fez uma dinâmica interessante no seu stand para que levássemos problemas e um consultor, por 15min, conversasse sobre o assunto para tentar nos ajudar .
Houve outras apresentações em sala irmã que por ser de forma simultânea não tive o prazer de assistir. Das que estive presente e que não foram citadas acima para mim foi um pouco "mais do mesmo".
Quando terminar o evento, pretendo escrever posts comentando de forma mais específica os pontos fortes das apresentações.
Abraço!
Sobre o primeiro dia:
O que mais gostei foi do keynote do Niels Pflaeging, autor de "LIDERANDO COM METAS FLEXÍVEIS". Não sabia que o cara falava português, mas ele morou no Brasil por 12 anos e até fez piadinhas na apresentação -
Gostei também da apresentação do Cláudio Keber do Lambda3 que falou muito bem sobre o processo do produto como um todo vindo desde o negócio ao desenvolvimento com ou sem intermediários, em que o analista de negócio deve se tornar de heroi (fazendo tudo sozinho) a estorvo (enchedor de saco) e assim deixar de atuar intensivamente.
Foi boa a da Gláucia Peres da Globo.com que, apesar de ser uma apresentação do tipo "de praxe", passou a experiência que aplicaram e aplicam na empresa para manter a agilidade de forma adaptada e funcional.
Outro ponto interessante deste primeiro dia foi o workshop da Happy Melly Brazil com Learning 3.0 que é um tipo de brain storming bem organizado e sequenciado para sanar um um problema específico trabalhado em um canvas - muito interessante.
A K21 fez uma dinâmica interessante no seu stand para que levássemos problemas e um consultor, por 15min, conversasse sobre o assunto para tentar nos ajudar .
Houve outras apresentações em sala irmã que por ser de forma simultânea não tive o prazer de assistir. Das que estive presente e que não foram citadas acima para mim foi um pouco "mais do mesmo".
Quando terminar o evento, pretendo escrever posts comentando de forma mais específica os pontos fortes das apresentações.
Abraço!
quinta-feira, outubro 17, 2013
Configurando NetBeans para rodar projeto PHP5.4
Eu comecei a usar o NetBeans a pouco tempo, então muita coisa para mim é novidade. Estou gostando, mas no começo só levantava a aplicação na mão, pois não sabia (não estava muito interessado) levantar o servidor php5.4 a partir do IDE.
No meu cenário tenho um projeto em CodeIgniter e o abri no NetBeans (ele cria uma pasta "nbproject" dentro da pasta raiz do projeto, onde ele guarda informações e configurações específicas para o IDE se encontrar.
Eu fazia o seguinte: ia na pasta do projeto e executava:
Pronto. Rodava em um servidor PHP incorporado para fazer os testes enquanto desenvolvo. Mas e no NetBeans?
Vou considerar que o seu NB já está configurado, com os plugins, para PHP.
Vá em "Ferramentas" > "Opções" e aponte o interpretador PHP5 correto.
Abra o menu auxiliar no projeto (clique com o botão direito do mouse) e selecione a opção "Propriedades"; daí em "Executar Configurações".
Eu preferi criar uma configuração minha (nomeie como quiser), e escolhi "Servidor de Web de PHP incorporado" na opção "Executar como".
Escolhi também uma porta específica para não interferir no Apache que tenho instalado; coloquei a mesma porta na configuração do framework (Nome do host = localhost; Porta: 8002).
Pronto!
Agora é só clicar em "Play" ou "Executar" no projeto que ele roda o script "php5 -S localhost:8002" abre a aplicação no navegador padrão (você pode configurar no NetBeans).
Finito!
No meu cenário tenho um projeto em CodeIgniter e o abri no NetBeans (ele cria uma pasta "nbproject" dentro da pasta raiz do projeto, onde ele guarda informações e configurações específicas para o IDE se encontrar.
Eu fazia o seguinte: ia na pasta do projeto e executava:
php5 -S localhost:8002 Pronto. Rodava em um servidor PHP incorporado para fazer os testes enquanto desenvolvo. Mas e no NetBeans?
Vou considerar que o seu NB já está configurado, com os plugins, para PHP.
Vá em "Ferramentas" > "Opções" e aponte o interpretador PHP5 correto.
Abra o menu auxiliar no projeto (clique com o botão direito do mouse) e selecione a opção "Propriedades"; daí em "Executar Configurações".
Eu preferi criar uma configuração minha (nomeie como quiser), e escolhi "Servidor de Web de PHP incorporado" na opção "Executar como".
Escolhi também uma porta específica para não interferir no Apache que tenho instalado; coloquei a mesma porta na configuração do framework (Nome do host = localhost; Porta: 8002).
Pronto!
Agora é só clicar em "Play" ou "Executar" no projeto que ele roda o script "php5 -S localhost:8002" abre a aplicação no navegador padrão (você pode configurar no NetBeans).
Finito!
quinta-feira, outubro 10, 2013
Ubuntu 13.04 e o freezy no vídeo (Nouveau NVidia)
Decidi formatar meu Ubuntu e instalar do zero o 13.04 (havia instalado tanta coisa que era mais fácil fazer isso). Ótimo! Sem problemas com resolução, mas dessa vez a aparência enganou: congelava o vídeo caso abrisse páginas com vídeo em formato específico ou muitas páginas no Youtube, por exemplo.
Outras pessoas passaram por esse problema (e podem estar passando).
Configuração da minha máquina:
AMD FX(tm)-6300 Six-Core Processor × 6 (64bits)
Vídeo GeForce 8400GS
Solução: substituir o driver genérico que vem com o Ubuntu (Nouveau) e instalar o oficial da NVidia.
Fonte principal da solução 1: http://www.ubuntuupdates.org/ppa/xorg-edgers
#1: Incluir no repositório e instalar o pacote da Nvidia
O que eu fiz:
#2: Outra opção é instalar pelo script que você pode encontrar no site da NVidia:
http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=br
Baixe (para mim, hoje, NVIDIA-Linux-x86_64-319.60.run), altere a permissão para que ele possa ser executado e execute-o:
Depois abrir o aplicativo de atualização (Configuração do Sistema - Programas e Atualizações), vá na aba de drivers adicionais e verá uma penca de drivers da NVidia. Eu escolhi o mais novo no que se refere a Driver binário NVidia proprietário.
Reiniciei e pronto. Nunca mais aconteceu. :D
Outras pessoas passaram por esse problema (e podem estar passando).
Configuração da minha máquina:
AMD FX(tm)-6300 Six-Core Processor × 6 (64bits)
Vídeo GeForce 8400GS
Solução: substituir o driver genérico que vem com o Ubuntu (Nouveau) e instalar o oficial da NVidia.
Fonte principal da solução 1: http://www.ubuntuupdates.org/ppa/xorg-edgers
#1: Incluir no repositório e instalar o pacote da Nvidia
O que eu fiz:
sudo add-apt-repository ppa:xorg-edgers/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install nvidia-current nvidia-settings
#2: Outra opção é instalar pelo script que você pode encontrar no site da NVidia:
http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=br
Baixe (para mim, hoje, NVIDIA-Linux-x86_64-319.60.run), altere a permissão para que ele possa ser executado e execute-o:
chmod +x NVIDIA-Linux-x86_64-319.60.run
sudo ./NVIDIA-Linux-x86_64-319.60.run
Depois abrir o aplicativo de atualização (Configuração do Sistema - Programas e Atualizações), vá na aba de drivers adicionais e verá uma penca de drivers da NVidia. Eu escolhi o mais novo no que se refere a Driver binário NVidia proprietário.
Reiniciei e pronto. Nunca mais aconteceu. :D
sábado, abril 13, 2013
Atualização do Ubuntu e problema com a resolução
Já é a segunda vez que atualizo meu Ubuntu e ele perde a configuração de vídeo. Sim, perde.
Quando ele fez uma atualização grande (com pacotes do sistema e kernel) semana passada, ao reiniciar, o monitor voltou com resolução baixa. Verifiquei o arquivo /etc/X11/xorg.conf e ele estava limpo apenas com a definição padrão de monitor.
Minha placa de vídeo é GeForce 6150SE nForce 430 e meu monitor é um LG W2253V. Como eu tinha um backup do meu xorg.conf (este é um problema reincidente em atualizações do Ubuntu com esta configuração de hardware), substitui o conteúdo do arquivo do /etc/X11 pelo do meu backup funcional.
Tem que ser "sudo" pois é um arquivo de sistema e só root pode mexer nele.
Não reiniciei a sessão... reiniciei o computador.
Quando entra na interface gráfica... eis que surge o alerta:
A última tentativa antes de reinstalar o 12.04 (ou tentar o 13.04) foi reinstalar o nvidia-current e o nvidia-current-update.
Se você tentar iso em módo gráfico, acesse o gerenciador de pacotes, remova ambos e os instale novamente.
Se você tentar em modo texto, faça:
Remover
Instalar
Reiniciei.
Sucesso!
Para mim, esta foi a solução: reinstalar estes pacotes. Por algum motivo a atualização do Ubuntu zoou estes carinhas
Quando ele fez uma atualização grande (com pacotes do sistema e kernel) semana passada, ao reiniciar, o monitor voltou com resolução baixa. Verifiquei o arquivo /etc/X11/xorg.conf e ele estava limpo apenas com a definição padrão de monitor.
Minha placa de vídeo é GeForce 6150SE nForce 430 e meu monitor é um LG W2253V. Como eu tinha um backup do meu xorg.conf (este é um problema reincidente em atualizações do Ubuntu com esta configuração de hardware), substitui o conteúdo do arquivo do /etc/X11 pelo do meu backup funcional.
sudo gedit /etc/X11/xorg.confTem que ser "sudo" pois é um arquivo de sistema e só root pode mexer nele.
Não reiniciei a sessão... reiniciei o computador.
Quando entra na interface gráfica... eis que surge o alerta:
nenhum dos modos selecionados foram compatíveis com os modos possíveis:
Tentando modos para CRTC: 72
CRTC 72: tentando o modo 1280x1024@61Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 0)
CRTC 72: tentando o modo 1024x768@71Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 0)
CRTC 72: tentando o modo 800x600@73Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 0)
CRTC 72: tentando o modo 640x480@60Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 0)
CRTC 72: tentando o modo 1280x1024@61Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 1)
CRTC 72: tentando o modo 1024x768@71Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 1)
CRTC 72: tentando o modo 800x600@73Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 1)
CRTC 72: tentando o modo 640x480@60Hz com saída em 1920x1080@67Hz (passo 1)
Veio em uma resolução melhor, mas ainda não a normal de 1920x1080.
A última tentativa antes de reinstalar o 12.04 (ou tentar o 13.04) foi reinstalar o nvidia-current e o nvidia-current-update.
Se você tentar iso em módo gráfico, acesse o gerenciador de pacotes, remova ambos e os instale novamente.
Se você tentar em modo texto, faça:
Remover
sudo apt-get purge nvidia-current
sudo apt-get purge nvidia-current-updates
Instalar
sudo apt-get install nvidia-current
sudo apt-get install nvidia-current-updates
Reiniciei.
Sucesso!
Para mim, esta foi a solução: reinstalar estes pacotes. Por algum motivo a atualização do Ubuntu zoou estes carinhas
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Arquivos PDF no Linux: juntando, quebrando e brincando
Pessoal, bom dia!
Vamos direto ao ponto. Minha necessidade era juntar 2 arquivos PDF. A solução foi utilizar o PDFTK, em linha de comando mesmo.
Fuçando na internet, achei uma postagem do Helbert Rocha em http://meupinguim.com/como-juntar-pdf-linux/ que atendeu à minha necessidade e depois também encontrei uma outra postagem do Ricardo Costa em http://www.linuxdescomplicado.com.br/2011/11/maneira-mais-facil-para-unir-e-dividir.html que dava referência ao site do desenvolvedor.
PDFLabs - http://www.pdflabs.com/docs/pdftk-cli-examples/
Instalando:
Abrindo o console você deve instalar (se não já tiver instalado, claro) o PDFTK. Esta ação deveser feita como super-usuário, então:
Com ele instalado você pode obter as informações de comandos e parâmetros utilizando:
A partir de agora, mão à obra!
Quando eu trabalho com arquivos com necessidade simples, prefiro tê-los na mesma pasta e trabalhar com eles gerando o produto do trabalho no mesmo diretório. Mas isso é de cada um. Então, por exemplo, considerando que quando abrimos uma console estamos em nosso "home" e que os arquivos estejam no Desktop:
Agora os usos mais interessantes (para mim)!
Juntando arquivos:
Vamos juntar 3 arquivos - a1.pdf, a2.pdf e a3.pdf - em junto.pdf
Podemos também dar apelidos para um uso mais avançado, e unir somente alguns deles da lista:
Se quiser juntar tudo de um diretório:
Colando 2 arquivos, sendo uma página de cada por vez (escaneou dessa forma, por exemplo):
Separando:
Vamos separar junto.pdf em páginas individuais:
Removendo:
Vamos remover a página 5 e gerar o arquivos faltando.pdf (a saída será de 1 a 4 e de 6 até o fim):
ou
Brincando um pouco:
Juntando 2 arquivos, o primeiro inteiro e o segundo somente as 3 primeiras páginas.
Girando a 90 graus em sentido horário (leste/direita) a primeira página do arquivo e o restante deixando como veio:
Segurança:
Criptografando um arquivo (128-bit por padrão) com senha "minhasenha":
E com criptografia 40-bit (revoga todos os acessos por padrão):
Juntando 2 arquivos sendo o primeiro com senha e gerando um sem criptografia:
Espero ter ajudado! Dê uma olhada na info do pdftk e no site do desenvolvedor que passei no início da postagem.
Abraço!
Vamos direto ao ponto. Minha necessidade era juntar 2 arquivos PDF. A solução foi utilizar o PDFTK, em linha de comando mesmo.
Fuçando na internet, achei uma postagem do Helbert Rocha em http://meupinguim.com/como-juntar-pdf-linux/ que atendeu à minha necessidade e depois também encontrei uma outra postagem do Ricardo Costa em http://www.linuxdescomplicado.com.br/2011/11/maneira-mais-facil-para-unir-e-dividir.html que dava referência ao site do desenvolvedor.
PDFLabs - http://www.pdflabs.com/docs/pdftk-cli-examples/
Instalando:
Abrindo o console você deve instalar (se não já tiver instalado, claro) o PDFTK. Esta ação deveser feita como super-usuário, então:
$ sudo apt-get install pdftkCom ele instalado você pode obter as informações de comandos e parâmetros utilizando:
$ info pdftkA partir de agora, mão à obra!
Quando eu trabalho com arquivos com necessidade simples, prefiro tê-los na mesma pasta e trabalhar com eles gerando o produto do trabalho no mesmo diretório. Mas isso é de cada um. Então, por exemplo, considerando que quando abrimos uma console estamos em nosso "home" e que os arquivos estejam no Desktop:
$ cd DesktopAgora os usos mais interessantes (para mim)!
Juntando arquivos:
Vamos juntar 3 arquivos - a1.pdf, a2.pdf e a3.pdf - em junto.pdf
$ pdftk a1.pdf a2.pdf a3.pdf cat output junto.pdfPodemos também dar apelidos para um uso mais avançado, e unir somente alguns deles da lista:
$ pdftk A=a1.pdf B=a2.pdf C=a3.pdf cat A C output parcial.pdfSe quiser juntar tudo de um diretório:
$ pdftk *.pdf cat output tudo.pdf
Colando 2 arquivos, sendo uma página de cada por vez (escaneou dessa forma, por exemplo):
$ pdftk A=impar.pdf B=par.pdf shuffle A B output ordenado.pdfSeparando:
Vamos separar junto.pdf em páginas individuais:
$ pdftk junto.pdf burstRemovendo:
Vamos remover a página 5 e gerar o arquivos faltando.pdf (a saída será de 1 a 4 e de 6 até o fim):
$ pdftk completo.pdf cat 1-4 6-end output faltando.pdfou
$ pdftk A=completo.pdf cat A1-4 A6-end output faltando.pdfBrincando um pouco:
Juntando 2 arquivos, o primeiro inteiro e o segundo somente as 3 primeiras páginas.
$ pdftk A=a1.pdf B=a2.pdf cat A B1-3 output juntofaltando.pdfGirando a 90 graus em sentido horário (leste/direita) a primeira página do arquivo e o restante deixando como veio:
$ pdftk entrada.pdf cat 1east 2-end output saida.pdfSegurança:
Criptografando um arquivo (128-bit por padrão) com senha "minhasenha":
$ pdftk entrada.pdf output saida128.pdf owner_pw minhasenhaE com criptografia 40-bit (revoga todos os acessos por padrão):
$ pdftk a1.pdf a2.pdf cat output saida40.pdf encrypt_40bit owner_pw minhasenhaJuntando 2 arquivos sendo o primeiro com senha e gerando um sem criptografia:
$ pdftk A=comsenha.pdf semsenha.pdf input_pw A=senhadoarquivo cat output saida.pdfEspero ter ajudado! Dê uma olhada na info do pdftk e no site do desenvolvedor que passei no início da postagem.
Abraço!
quinta-feira, novembro 15, 2012
Instalação do Android SDK
Para desenvolver aplicações para Android é necessário ter um kit de desenvolvimento, composto por um IDE e alguns plugins. Você pode utilizar uma IDE já instalada e acrescentar o pacote do android (http://developer.android.com/sdk/index.html), ou baixar do site o pacotão com o Eclipse tudo junto e configurado. Nesta última, mais prática (e eu prefiro não misturar a IDE no início), me dei mal.
PLANO A
Passo 1: Baixar o compactado "adt-bundle-"
Passo 2: descompactar no diretório de sua preferência.
Dentro de "adt-bundle-" ele tem "eclipse" e "sdk", com conteúdos óbvios. No site avisa-se para não alterar o caminho relativo entre eles (deixar sendo pastas irmãs).
Passo 3: Executar o "eclipse" dentro da pasta "eclipse".
Para Windows deu tudo certo!
Para Ubuntu (Linux) não entendi até agora...
Eu clicava no executável eclipse e nada acontecia.
Olhei as permissões dos arquivos (ls -la) e tudo parecia bem... o executável do eclipse estava com permissão de execução. Por via das dúvidas dei "chmod -R 777" no diretório (o ignorante!). E NADA... Pela linha de comando dava "Impossível executar o arquivo binário" (cannot execute binary file).
Procurei na internet e poderia ser que eu havia baixado para 64 bits quando o meu computador é 32 bits. Diz o site que rodaria para ambos e só havia 1 download por SO (http://developer.android.com/sdk/index.html). Desisti.
Aí parti para o plano B: baixar o Eclipse Juno (última versão)e depois instalar os plugins.
PLANO B
Passo 1: Baixar o Eclipse. Eu baixei o Juno para desenvolvedores de mobile (Eclipse com alguns plugins já configurados): http://www.eclipse.org/downloads/download.php?file=/technology/epp/downloads/release/juno/SR1/eclipse-mobile-juno-SR1-linux-gtk.tar.gz
Passo 2: descompactar (eu testei para ver se o executável do eclipse rodava - e rodou).
Passo 3: Instalar o plugin do ADT (install new software, add repository, next, next...):
http://developer.android.com/sdk/installing/installing-adt.html
Versões mais antigas pedem uma dependência chata de resolver - use a versão atual do Eclipse).
Passo 4: Reiniciar o eclipse e instalar o SDK (se você tiver o pacote pode indicar, senão o Eclipse/ADT faz download e configura)
Pronto!
Ufa...
Agora me atualizar e fazer alguns testes. Tem um treinamento no próprio site do Android: http://developer.android.com/training/index.html
Divirtamo-nos!
PLANO A
Passo 1: Baixar o compactado "adt-bundle-
Passo 2: descompactar no diretório de sua preferência.
Dentro de "adt-bundle-
Passo 3: Executar o "eclipse" dentro da pasta "eclipse".
Para Windows deu tudo certo!
Para Ubuntu (Linux) não entendi até agora...
Eu clicava no executável eclipse e nada acontecia.
Olhei as permissões dos arquivos (ls -la) e tudo parecia bem... o executável do eclipse estava com permissão de execução. Por via das dúvidas dei "chmod -R 777" no diretório (o ignorante!). E NADA... Pela linha de comando dava "Impossível executar o arquivo binário" (cannot execute binary file).
Procurei na internet e poderia ser que eu havia baixado para 64 bits quando o meu computador é 32 bits. Diz o site que rodaria para ambos e só havia 1 download por SO (http://developer.android.com/sdk/index.html). Desisti.
Aí parti para o plano B: baixar o Eclipse Juno (última versão)e depois instalar os plugins.
PLANO B
Passo 1: Baixar o Eclipse. Eu baixei o Juno para desenvolvedores de mobile (Eclipse com alguns plugins já configurados): http://www.eclipse.org/downloads/download.php?file=/technology/epp/downloads/release/juno/SR1/eclipse-mobile-juno-SR1-linux-gtk.tar.gz
Passo 2: descompactar (eu testei para ver se o executável do eclipse rodava - e rodou).
Passo 3: Instalar o plugin do ADT (install new software, add repository, next, next...):
http://developer.android.com/sdk/installing/installing-adt.html
Versões mais antigas pedem uma dependência chata de resolver - use a versão atual do Eclipse).
Passo 4: Reiniciar o eclipse e instalar o SDK (se você tiver o pacote pode indicar, senão o Eclipse/ADT faz download e configura)
Pronto!
Ufa...
Agora me atualizar e fazer alguns testes. Tem um treinamento no próprio site do Android: http://developer.android.com/training/index.html
Divirtamo-nos!
segunda-feira, outubro 08, 2012
Instalação HP Deskjet Wireless
Comprei uma impressora HP Deskjet 3516. Em casa uso Ubuntu, logo o CD de instalação que vem com ela não serve (só tem instalador para Windows e Mac). Pelo notebook com Win7 instalei o software, fiz os testes iniciais nela e configurei o acesso wireless. Perfeito. Daí fui instalar no Ubuntu 12.04.
Você pode instalar o pacote que tem na Central de Programas do Ubuntu chamado Caixa de Ferramentas HPLIP. Se não encontrar ou não aparecer, busque por "HP" que ele aparecerá. Esse cara contém utilitários de interface gráfica para as impressoras HP.
Uma outra forma é você entrar no site do criador da ferramenta:
Ao final abre uma tela em modo gráfico para varrer e buscar a impressora e imprimir uma página de teste.
Muitos passos? Nada! É que eu quis escrever alguns detalhes para facilitar.
Esse cara escreveu bem mais direto o segundo método: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Instalacao-de-impressora-wireless-no-Ubuntu-10.10
Abraço!!!
Você pode instalar o pacote que tem na Central de Programas do Ubuntu chamado Caixa de Ferramentas HPLIP. Se não encontrar ou não aparecer, busque por "HP" que ele aparecerá. Esse cara contém utilitários de interface gráfica para as impressoras HP.
Uma outra forma é você entrar no site do criador da ferramenta:
- baixar o ".run" (21~22MB) e executá-lo - http://hplipopensource.com/hplip-web/install/install/index.html
- Provavelmente você baixou e ficou na pasta "Downloads": abra o terminal e vá para essa pasta: "cd Downloads" (quando abrimos o terminal normalmente estamos no home do usuário).
- estando nela execute como super usuário: "sudo sh hplip-3.12.10.run" onde "3.12.10" é a versão do driver.
- responda às perguntas, muito simples e diretas - quase como um "Next-Next" -, na instalação em modo texto.
- a última é se você vai conectar sua HP via USB ou wireless - se for wireless você responde "ignore/continue"
Ao final abre uma tela em modo gráfico para varrer e buscar a impressora e imprimir uma página de teste.
Muitos passos? Nada! É que eu quis escrever alguns detalhes para facilitar.
Esse cara escreveu bem mais direto o segundo método: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Instalacao-de-impressora-wireless-no-Ubuntu-10.10
Abraço!!!
sábado, setembro 08, 2012
Calligra Suite
Dando uma olhada por aí, procurando alternativas para o LibreOffice - que é uma excelente suite de escritório que aprendi a trabalhar e, com exceção do PowerPoint, já não vejo diferença ou sinto falta do MSOffice -, achei o Calligra Suite.
Calligra Suite é o novo projeto baseado no KOffice da KDE. Por conta disso lá você encontra ainda o Krita e o Karbon com o mesmos nomes.
Baixei e testei. Me surpreendi positivamente, pois achei que pudessem ter... "cagado" o que era bom.
A proposta de disposição é bem diferente das suites mais usadas (LibreOffice e MSOffice) e padronizada entre os produtos - com algumas fugas.
Salva em ODF, ou seja, documento aberto padrão e o mesmo de trabalho do LibreOffice. Exporta para PDF nativamente (também como LibreOffice).
Não tem somente o editor de textos, planilha, slides. É bem mais completo (não significa que seja melhor) que o LibreOffice (consequentemente ao MSOffice) com relação às aplicações da suite.
Na página explicativa do site (http://www.calligra.org/tour/calligra-suite/) mostram a divisão de pacote office (Words, Sheeets, Stage, Kexi e Flow), pacote gráfico (Krita e Karbon) e gestão de projetos (Plan).
Calligra Words:
Estranhei no início (primerios 3 minutos) para as formatações e inserções de campos automáticos, pois tudo está à direita em menus sanfona. Muito bom isso... e fácil de usar. Já vem com alguns modelos simples, mas poderia vir com mais.
Os outros produtos possuem "coisas" acima da área de trabalho e também elementos gráficos à esquerda. O editor de texto não.
Calligra Sheets:
Controles principais acima, gráficos à esquerda e algumas formatações e fórmulas à direita. Como as outras suites, principais funções e tem os menu superior bem rico - não poderia ser diferente.
Calligra Stage:
Como o Sheets seguindo o padrão dos produtos. Os menus/janelas À direita ajudam muito. Permite edição com notas e ordenação dos slides; visualização dos slides à esquerda. Já vem com alguns modelos interessantes e transições, e funciona muito bem.
Calligra Flow:
É o editor de diagramas da suite. O MSVisio é mais intuitivo, mas depois que você pega o jeito (tive dificuldade no início ára conectar as formas!!!), ele fica facílimo de se trabalhar. Tem muita opção de diagramas e elementos: BPM, engenharia química, ótica, rede, fluxograma, motor, elétrica etc.
Lembra um pouco o Dia - que é muito bom -, mas é melhor organizado.
Kexi:
O LibreOffice tem o Base e o Kexi faz a mesma coisa. Ele funciona como editor de banco de dados e cria formulários de entrada, consultas e relatórios como o MSAcces faz. Pode manter o banco em um arquivo dele, mas como o Base do LibreOffice, ele se conecta a um banco sob um SGBD (Mysql, PostgreSql, SQLServer) e importa dados do MSAccess. Bem interessante. Segue, em partes, o padrão dos menus e disposição dos controles, mas o objetivo dele é diferente dos demais e não tinah como ter a janela idêntica. No início confunde um pouco.
Karbon:
Desenho vetorial. Muito bom como sempre foi. Não chega parto do CorelDraw e acredito que nem seja esta a intenção. Ele faz parte de um suite de escritório e atende muito bem a todas as necessidades de usuários domésticos e empresas que não precisam dos recursos avançados do vetorial da Corel - muita gente tem o CorelDraw e nem usa ou nem sabe usar o que ele tem a mais destes "mais simples". Se você já usou o Scribus, estará em casa.
Krita:
É o mesmo caso do Karbon, mas com relação ao Photoshop. Atende à maioria dos usuários da mesma forma que o Gimp. Mantém o padrão dos controle gráficos escolhidos à esquerda, principais comandos acima e os menus/janelas de propriedades à direita. Tem seu formato de arquivo padrão, além se dalvar nos tradicionais (PNG, BMP, JPG etc) e OpenRaster. quem já mexeu com o Gimp e/ou Photoshop não terá problemas.
Braindump:
Diretamente do seu cérebro para o papel! Já ouviu falar no FreeMind, XMind (gosto desse!) ou algum software de mapa mental? Mas não vou negar: tive dificuldade no início, pois não é tão intuitivo quanto o XMind. Segue o padrãozão dos menus e disposição dos controles.
Plan:
Sabe o MSProject? É o mesmo caso do Krita e Karbon. Não tem todos os recursos do mais usado software de gestão de projetos, mas é uma ferramenta de fácil uso e viável para projetos pequenos e médios - na minha concepção. Um cara como esse faz falta no LibreOffice.
Ele começa pedindo um modelo a seguir e inicia com opção de tutorial de uso que você pode pular/fechar - um chamariz para experimentar. Ele mentém à sesquerda as visualizações e relatórios automáticos que são bem completos. Faz gestão das tarefas (óbvio), de recursos, de custo, tem gantt, lista de dependências, tem gráficos de performance, visão de WBS, estado de tarefa (to do, doing, done)... gostei.
Quase todos abre com uma janela para escolha de um modelo (como no LibreOffice e no PowerPoint). Achei muito bom isso.
Site do Calligra é http://www.calligra-suite.org/
Abraço!
Calligra Suite é o novo projeto baseado no KOffice da KDE. Por conta disso lá você encontra ainda o Krita e o Karbon com o mesmos nomes.
Baixei e testei. Me surpreendi positivamente, pois achei que pudessem ter... "cagado" o que era bom.
A proposta de disposição é bem diferente das suites mais usadas (LibreOffice e MSOffice) e padronizada entre os produtos - com algumas fugas.
Salva em ODF, ou seja, documento aberto padrão e o mesmo de trabalho do LibreOffice. Exporta para PDF nativamente (também como LibreOffice).
Não tem somente o editor de textos, planilha, slides. É bem mais completo (não significa que seja melhor) que o LibreOffice (consequentemente ao MSOffice) com relação às aplicações da suite.
Na página explicativa do site (http://www.calligra.org/tour/calligra-suite/) mostram a divisão de pacote office (Words, Sheeets, Stage, Kexi e Flow), pacote gráfico (Krita e Karbon) e gestão de projetos (Plan).
Calligra Words:
Estranhei no início (primerios 3 minutos) para as formatações e inserções de campos automáticos, pois tudo está à direita em menus sanfona. Muito bom isso... e fácil de usar. Já vem com alguns modelos simples, mas poderia vir com mais.
Os outros produtos possuem "coisas" acima da área de trabalho e também elementos gráficos à esquerda. O editor de texto não.
Calligra Sheets:
Controles principais acima, gráficos à esquerda e algumas formatações e fórmulas à direita. Como as outras suites, principais funções e tem os menu superior bem rico - não poderia ser diferente.
Calligra Stage:
Como o Sheets seguindo o padrão dos produtos. Os menus/janelas À direita ajudam muito. Permite edição com notas e ordenação dos slides; visualização dos slides à esquerda. Já vem com alguns modelos interessantes e transições, e funciona muito bem.
Calligra Flow:
É o editor de diagramas da suite. O MSVisio é mais intuitivo, mas depois que você pega o jeito (tive dificuldade no início ára conectar as formas!!!), ele fica facílimo de se trabalhar. Tem muita opção de diagramas e elementos: BPM, engenharia química, ótica, rede, fluxograma, motor, elétrica etc.
Lembra um pouco o Dia - que é muito bom -, mas é melhor organizado.
Kexi:
O LibreOffice tem o Base e o Kexi faz a mesma coisa. Ele funciona como editor de banco de dados e cria formulários de entrada, consultas e relatórios como o MSAcces faz. Pode manter o banco em um arquivo dele, mas como o Base do LibreOffice, ele se conecta a um banco sob um SGBD (Mysql, PostgreSql, SQLServer) e importa dados do MSAccess. Bem interessante. Segue, em partes, o padrão dos menus e disposição dos controles, mas o objetivo dele é diferente dos demais e não tinah como ter a janela idêntica. No início confunde um pouco.
Karbon:
Desenho vetorial. Muito bom como sempre foi. Não chega parto do CorelDraw e acredito que nem seja esta a intenção. Ele faz parte de um suite de escritório e atende muito bem a todas as necessidades de usuários domésticos e empresas que não precisam dos recursos avançados do vetorial da Corel - muita gente tem o CorelDraw e nem usa ou nem sabe usar o que ele tem a mais destes "mais simples". Se você já usou o Scribus, estará em casa.
Krita:
É o mesmo caso do Karbon, mas com relação ao Photoshop. Atende à maioria dos usuários da mesma forma que o Gimp. Mantém o padrão dos controle gráficos escolhidos à esquerda, principais comandos acima e os menus/janelas de propriedades à direita. Tem seu formato de arquivo padrão, além se dalvar nos tradicionais (PNG, BMP, JPG etc) e OpenRaster. quem já mexeu com o Gimp e/ou Photoshop não terá problemas.
Braindump:
Diretamente do seu cérebro para o papel! Já ouviu falar no FreeMind, XMind (gosto desse!) ou algum software de mapa mental? Mas não vou negar: tive dificuldade no início, pois não é tão intuitivo quanto o XMind. Segue o padrãozão dos menus e disposição dos controles.
Plan:
Sabe o MSProject? É o mesmo caso do Krita e Karbon. Não tem todos os recursos do mais usado software de gestão de projetos, mas é uma ferramenta de fácil uso e viável para projetos pequenos e médios - na minha concepção. Um cara como esse faz falta no LibreOffice.
Ele começa pedindo um modelo a seguir e inicia com opção de tutorial de uso que você pode pular/fechar - um chamariz para experimentar. Ele mentém à sesquerda as visualizações e relatórios automáticos que são bem completos. Faz gestão das tarefas (óbvio), de recursos, de custo, tem gantt, lista de dependências, tem gráficos de performance, visão de WBS, estado de tarefa (to do, doing, done)... gostei.
Quase todos abre com uma janela para escolha de um modelo (como no LibreOffice e no PowerPoint). Achei muito bom isso.
Site do Calligra é http://www.calligra-suite.org/
Abraço!
sexta-feira, setembro 07, 2012
Estatísticas da semana desde blog
Retornando às atividades depois de alguns meses [muitos meses], fiquei curioso para ver o cenário dos acessos... Por isso as estatísticas da semana:
Navegadores:
Sistemas Operacional:
Periodicamente analisarei esses acessos e publicarei. Não que meu blog seja uma referência de acesso ou algo assim, mas é curioso acompanhar essas mudanças.
Navegadores:
- Chrome: 55%
- Firefox: 23%
- Safari: 10%
- Internet Explorer: 4%
Sistemas Operacional:
- Windows: 60%
- Linux: 21%
- Macintosh: 11%
- iPhone: 5%
Periodicamente analisarei esses acessos e publicarei. Não que meu blog seja uma referência de acesso ou algo assim, mas é curioso acompanhar essas mudanças.
Agile Brazil 2012
Essa semana aconteceu o Agile Brazil 2012. Infelizmente não pude ir no dia 7 de setembro, último dia, mas pode ter certeza que o evento valeu a pena.
Uma coisa que achei interessante foi o amadurecimento com relação à gestão de projetos: muitos introduziram como novidade na gestão da equipe ágil indicadores tradicionais como EVA [não só burnup] para a sprint e projeto - coisa que muitos não faziam porque achavam desnecessário ou simplesmente desconheciam por achar que Scrum puro bastava. Outra coisa interessante foi a força que o Kanban [não o quadro] ganhou colocando o timebox em cheque em muitas situações. O engraçado que para os indicadores não querem usar o nome tradicional ou descobriram e não sabem que estão fazendo algo "um pouco antigo".
O clichê é fato: Não existe solução perfeita... não existe bala de prata. A agilidade está na liberdade e adaptação sempre focando a melhoria, otimização e produtividade real, agregando valor ao negócio do cliente constantemente. Para certas organizações a burocracia se faz necessária, o processo é importante e isto agora está vindo de forma mais clara dos agilistas.
Esta maturidade em gestão apresentada/explicitada por muitos foi excelente para ver que não é só a gente que precisa montar um Frankenstein para atender à nossa realidade.
Para mim a gestão do projeto é a mesma; o que muda é a forma que cada gerente encara as situações. Cada cenário de empresa, cliente, equipe, escopo, interesses, esfera e cultura afetam na maneira de condução e nas decisões de gestão tomadas pelo LP, GP ou SM, ou quaiquer pepéis e nomenclaturas que venham a surgir para a liderança de um time.
Link: http://www.agilebrazil.com
Viva a agilidade! Parabéns pelo evento!
Uma coisa que achei interessante foi o amadurecimento com relação à gestão de projetos: muitos introduziram como novidade na gestão da equipe ágil indicadores tradicionais como EVA [não só burnup] para a sprint e projeto - coisa que muitos não faziam porque achavam desnecessário ou simplesmente desconheciam por achar que Scrum puro bastava. Outra coisa interessante foi a força que o Kanban [não o quadro] ganhou colocando o timebox em cheque em muitas situações. O engraçado que para os indicadores não querem usar o nome tradicional ou descobriram e não sabem que estão fazendo algo "um pouco antigo".
O clichê é fato: Não existe solução perfeita... não existe bala de prata. A agilidade está na liberdade e adaptação sempre focando a melhoria, otimização e produtividade real, agregando valor ao negócio do cliente constantemente. Para certas organizações a burocracia se faz necessária, o processo é importante e isto agora está vindo de forma mais clara dos agilistas.
Esta maturidade em gestão apresentada/explicitada por muitos foi excelente para ver que não é só a gente que precisa montar um Frankenstein para atender à nossa realidade.
Para mim a gestão do projeto é a mesma; o que muda é a forma que cada gerente encara as situações. Cada cenário de empresa, cliente, equipe, escopo, interesses, esfera e cultura afetam na maneira de condução e nas decisões de gestão tomadas pelo LP, GP ou SM, ou quaiquer pepéis e nomenclaturas que venham a surgir para a liderança de um time.
Link: http://www.agilebrazil.com
Viva a agilidade! Parabéns pelo evento!
terça-feira, setembro 04, 2012
Blog sobre Gestão de Projetos
Segue o blog do meu professor, Nelson Rosamilha, no curso de Gerenciamento de Projetos (que terminei faz 3 anos... :o):
http://nelsonrosamilha.blogspot.com.br
http://nelsonrosamilha.blogspot.com.br
Glossário de Gestão de Projetos
Recebi um e-mail comum livro/dicionário de termos de gestão de projetos em inglês.
Procurando um pouco na internet, apesar de achar que não tenha todos os detalhes do livro, encontrei alguns sites interessantes com glossários.
- Wideman Comparative Glossary of Project Management Terms v3.1: http://maxwideman.com/pmglossary/
- Glossary of Project Management Software Terms: http://glossary.tenrox.com/
- PMHut PMO and Project Management Dictionary: http://www.pmhut.com/pmo-and-project-management-dictionary
- Method 123 Project Management Glossary (simples): http://www.method123.com/project-management-glossary.php
- Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Glossary_of_project_management
quinta-feira, setembro 01, 2011
PHP: Cannot modify header information...
Você está querendo fazer um redirecionamento (usando a função header diretamente ou indiretamente por um framework) em PHP, e toma isso:
Que mensagenzinha chata.
Se vocês já fuçou e viu que não é nada óbvio - esta mensagem diz que você quer está querendo modificar o cabeçalho da página depois de ter enviado alguma coisa, então verifique se explicitamente você não enviou nada - eis as possíveis causas.
Severity: Warning
Message: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at.........
Que mensagenzinha chata.
Se vocês já fuçou e viu que não é nada óbvio - esta mensagem diz que você quer está querendo modificar o cabeçalho da página depois de ter enviado alguma coisa, então verifique se explicitamente você não enviou nada - eis as possíveis causas.
- veja se antes do '[?php' não tem um espaço ou linha em branco;
- se seu arquivo php terminar com '?]' (recomenda-se não finalizar o script), seja se depois dele não tem espaço ou uma linha a mais;
- veja se a codificação dos arquivos agregados (classes, subclasses, views etc) é a mesma (ANSI, UTF-8).
segunda-feira, janeiro 31, 2011
Internet Explorer 9: ou vai ou racha.
Há anos precisávamos desenvolver as aplicações web e websites para funcionarem perfeitamente em dois tipos de navegadores: os que seguem o padrão e o IE. Mas por quê? Porque a maioria dos usuários usavam Windows com IE, fazendo com que desenvolvedores com conhecimento superficial somente desenvolvesse sites para IE5/6, e assim somente quem tinha IE visualizava e conseguia trabalhar corretamente criando um ciclo vicioso. Graças a Deus isto mudou...
Depois de anos fazendo um trabalho dobrado e testando sites e sistemas em diversos navegadores e criando scritps que verificavam que navegador o usuário estava usando e depois de campanhas exaustivas sobre padrão e etc e tal... hoje a maioria dos sites segue o padrão; acessibilidade e usabilidade enfim no Brasil são itens levados a sério. Ufa!
Não... ainda não 100%, mas já está bem melhor do que antes. E a Microsoft que havia achado que seu IE6 era o máximo, viu um declínio se iniciar e se consolidar gradualmente por causa da originalidade das outras equipes desenvolvedoras de navegadores de internet e das novas funcionalidades de seus produtos. As pessoas comuns começaram a migrar de navegador e o Firefox ganhou força. Opera e Safari deram um sinal de vida, a Google lança o Chrome para Windows, todos eles evoluem seguindo os padrões, são leves e funcionais.... e só aí a Microsoft lança o IE7 seguindo um pouco os padrões da W3C... mas foi meio bizarro. Lança o IE8... é verdade! Lançou o Internet Explorer 8. Nada de muito diferente e as pessoas queriam e querem coisas novas e boas. Aí de uma hora para outra veio a luz em alguém e esse cara falou: Vamos baixar a bola e fazer algo que funcione: "Fiat IE9".
A promessa de leveza e funcionalidade seguindo o que já é feito pelos outros navegadores é um tanto o quanto estranho. O HTML5 é a nova bandeira positiva, coisa que os FF4, Chrome e Opera já estão até mais avançados. Mas eu quis ver mais: instalar no XP do micro do meu trabalho. Não dá, funciona no Win7. Não sei se roda no Windows Vista (que é um lixo), mas eles vão conseguir das duas uma: Ou todo mundo magicamente migrará para o Windows 7, ou ninguém vai usar o IE9 e vai confortavelmente continuar instalando e usando o Firefox ou Chrome.
Qual será o grande diferencial do Internet Explorer 9 afinal? Qual a vantagem real? Por que usá-lo? Breve saberemos (ou não) estas respostas. A única certeza é que este projeto foi anunciado e tem sido trabalhado faz um bom tempo com dedicação e exposição na mídia. Seu lançamento oficial no próximo dia 10 será decisivo para a Microsoft e seu navegador. Precisa convencer nos primeiros dias para retomar a fatia do mercado perdido nos últimos anos. Se não agradar a curto prazo, vai chamar um padre para a extrema-unção, pois este enfermo estará atestado como em caso terminal. Se agradar, ainda tem que passar pelo critério de Sistema Operacional para poder dizer: respire que voltamos a competir!
Que aconteça o melhor para os usuários, desenvolvedores e para a web. Resumindo: Agora ou vai ou racha!
Depois de anos fazendo um trabalho dobrado e testando sites e sistemas em diversos navegadores e criando scritps que verificavam que navegador o usuário estava usando e depois de campanhas exaustivas sobre padrão e etc e tal... hoje a maioria dos sites segue o padrão; acessibilidade e usabilidade enfim no Brasil são itens levados a sério. Ufa!
Não... ainda não 100%, mas já está bem melhor do que antes. E a Microsoft que havia achado que seu IE6 era o máximo, viu um declínio se iniciar e se consolidar gradualmente por causa da originalidade das outras equipes desenvolvedoras de navegadores de internet e das novas funcionalidades de seus produtos. As pessoas comuns começaram a migrar de navegador e o Firefox ganhou força. Opera e Safari deram um sinal de vida, a Google lança o Chrome para Windows, todos eles evoluem seguindo os padrões, são leves e funcionais.... e só aí a Microsoft lança o IE7 seguindo um pouco os padrões da W3C... mas foi meio bizarro. Lança o IE8... é verdade! Lançou o Internet Explorer 8. Nada de muito diferente e as pessoas queriam e querem coisas novas e boas. Aí de uma hora para outra veio a luz em alguém e esse cara falou: Vamos baixar a bola e fazer algo que funcione: "Fiat IE9".
A promessa de leveza e funcionalidade seguindo o que já é feito pelos outros navegadores é um tanto o quanto estranho. O HTML5 é a nova bandeira positiva, coisa que os FF4, Chrome e Opera já estão até mais avançados. Mas eu quis ver mais: instalar no XP do micro do meu trabalho. Não dá, funciona no Win7. Não sei se roda no Windows Vista (que é um lixo), mas eles vão conseguir das duas uma: Ou todo mundo magicamente migrará para o Windows 7, ou ninguém vai usar o IE9 e vai confortavelmente continuar instalando e usando o Firefox ou Chrome.
Qual será o grande diferencial do Internet Explorer 9 afinal? Qual a vantagem real? Por que usá-lo? Breve saberemos (ou não) estas respostas. A única certeza é que este projeto foi anunciado e tem sido trabalhado faz um bom tempo com dedicação e exposição na mídia. Seu lançamento oficial no próximo dia 10 será decisivo para a Microsoft e seu navegador. Precisa convencer nos primeiros dias para retomar a fatia do mercado perdido nos últimos anos. Se não agradar a curto prazo, vai chamar um padre para a extrema-unção, pois este enfermo estará atestado como em caso terminal. Se agradar, ainda tem que passar pelo critério de Sistema Operacional para poder dizer: respire que voltamos a competir!
Que aconteça o melhor para os usuários, desenvolvedores e para a web. Resumindo: Agora ou vai ou racha!
segunda-feira, junho 28, 2010
Spams que continuam...
Essa é velha e ainda chega pelo e-mail (ou seja, repassam):
Por favor, não cliquem nessas coisas... Microsoft e TSE não enviariam um e-mail mal formatado destes e nunca pediriam para fazer nada desta forma.
Oi, nós somos Andy e John, os diretores do Messenger. Antes de mais nada, pedimos desculpas pela interrupção, mas o Messenger acabará. Isso acontecerá porque muitas pessoas desconsideradas têm várias contas diferentes. Neste momento, só temos 578 nomes livres e por isso que o uso do Messenger e do Hotmail terá um custo a partir do verão de 2010. Se você mandar esta mensagem, no mínimo, a 18 pessoas diferentes da sua lista, seu ícone ficará azul, o que significa que será grátis para você. Se não acredita, visite o site www.msn.com e veja por si mesmo. Se você quer que encerremos sua conta, não mande esta mensagem, mas se quer conservá-la, mande-a a seus contatos. Isto não é uma brincadeira, mande-a!!! Vai ver que ficará azul!!!Este é sobre as eleições.... mais uma vez pedem para clicar:
Projeto MesárioO programa Mesário Eleitoral foi criado com a pretensão de incentivar o eleitorado voltado à prestação de serviços eleitorais nas mesas receptoras de votos. O Tribunal Superior Eleitoral, considerando a importância do tema, realiza, desde 2004, ações nesse sentido.O projeto busca a ampliação do número de colaboradores da Justiça Eleitoral, de forma consciente. Pretende-se, nesse contexto, cadastrar mesários, universitários ou não, qualificados e aptos a desempenhar satisfatoriamente suas atribuições no dia da eleição.Acesse o formulário e as informações sobre o programa Mesário Eleitoral no endereço: www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/mesario.htm [o link direcionava para outro lugar]Praça dos Tribunais Superiores - Bloco C - Setor de Autarquias Sul, Brasília - DF - 70096-900 - Brasil
Por favor, não cliquem nessas coisas... Microsoft e TSE não enviariam um e-mail mal formatado destes e nunca pediriam para fazer nada desta forma.
Abraço!
sexta-feira, março 12, 2010
Diferenças do HTML5 / HTML4 parte 2 - Estrutura
Pensando na estrutura dos documentos, o HTML5 foi melhorado com uma semântica mais coerente.
O primeiro ponto é que o documento é composto por seções, independente da função designada ao elemento que a define. Existe um elemento de seção genérica, mas tudo na estrutura podemos chamar de seção.
Estes são os elementos novos que prometem organizar melhor o documento:
Estes são os elementos novos que prometem organizar melhor o documento:
- section: indica uma seção genérica da aplicação ou do documento, que juntamente com os títulos [h1], [h2]...[h6], servem para indicar a estrutura da informação ou conjunto relacionado. Esse cara substituiria a tag [div] de uso genérico;
- article: indica um pedaço de conteúdo do documento, como um post de um blog ou uma notícia de um jornal (por exemplo: tenho uma seção de notícias e dentro dela vários artigo);
- aside: contem itens referentes à página ou ao conteúdo focal - a barra lateral com os links, banners etc;
- nav: contem os itens de navegação do documento - aquela barra, normalmente superior, com os links;
- hgroup: é o agrupamento de itens do cabeçalho de uma seção;
- header: é o cabeçalho de uma seção contendo os títulos e ajudas à navegação ou à introdução de uma seção (documento, seção ou artigo) que podem ser agrupados pelo [hgroup];
- footer: é o rodapé da seção (documento, seção ou artigo), para que se coloque dados do autor, data de publicação etc;
- figure: representa o agrupamento de itens que necessitem de um título, como imagens, vídeos ou até textos... e seu título, claro;
- figcaption: o título do agrupamento do [figure];
A idéia é que ao invés de ficar usando um monte de [div] com a "semanticalização" destes blocos embutida nos atributos 'class' ou 'id', houvessem elementos nativos que representassem estes blocos ou seções do documento.
Obviamente um [header] não vai conter um [header], assim como um [footer], [nav], [aside] etc. Acredito que somente o [section] pode conter um [section].
O HTML5 promete simplificar a estrutura do documento, fazendo dela auto-explicativa e direta.
Exemplo de uma página HTML5, visando a estrutura:
<!doctype html>
<html lang="pt">
<head>
<title>Titulo</title>
</head>
<body>
<header>
<h1>Titulo, Logo etc</h1>
</header>
<nav>
<ul>
<li><a href="#">Blog</a></li>
<li><a href="#">Sobre</a></li>
<li><a href="#">Contato</a></li>
</ul>
</nav>
<section>
<article id="artigo2">
<header>
<h2>Artigo 2 do Blog</h2>
<p>Publicado em <time datetime="2010-03-11T16:22:45-03:00">11/03/2010</time></p>
</header>
<section>
<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Proin euismod tellus eu orci imperdiet nec rutrum lacus blandit. Cras enim nibh, sodales ultricies elementum vel, fermentum id tellus. Proin metus odio, ultricies eu pharetra dictum, laoreet id odio...</p>
</section>
<footer>
<p><a href="#">3 cometarios</a><p>
</footer>
</article>
<article id="artigo1">
<header>
<h2>Artigo 1 do Blog</h2>
<p>Publicado em <time datetime="2010-03-08T20:15:29-03:00">08/03/2010</time></p>
</header>
<section>
<p>Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Proin euismod tellus eu orci imperdiet nec rutrum lacus blandit. Cras enim nibh, sodales ultricies elementum vel, fermentum id tellus. Proin metus odio, ultricies eu pharetra dictum, laoreet id odio...</p>
</section>
<footer>
<p><a href="#">3 cometarios</a><p>
</footer>
</article>
</section>
<aside>
<header>
<h1>Minha Barra Lateral</h1>
</header>
<ul>
<li><a href="#">Blog</a></li>
<li><a href="#">Sobre</a></li>
<li><a href="#">Contato</a></li>
</ul>
<footer>
<p>5 pessoas online<p>
</footer>
</aside>
<footer>
<p>Produzido por <a href="#">Fulano</a></p>
<p><small>Copyleft...</small></p>
</footer>
</body>
</html>
Assinar:
Postagens (Atom)